sexta-feira, 10 de julho de 2015

O Poder da Comunicação


O Poder da Comunicação

Quando um líder conquista a confiança de seus liderados, o que ele pede soa como uma ordem, o que ele diz soa como regra. – João Palmeira

Durante os últimos 10 anos eu tenho discutido em diferentes classes e com diferentes pessoas o poder da palavra.

  Algumas pessoas acreditam piamente, no poder da palavra, portanto cuidam de falar sempre algo bom, mesmo quando a situação não é boa.

Michael Abrashoff, no livro “Este Barco Também é Seu”, conta que em 1996 quando havia riscos da China lançar mísseis sobre Taiwan, 02 grupos de batalha de porta-aviões foram enviados à região. Naquele momento o secretário William Perry, foi questionado sobre a ação e respondeu: “Temos a melhor Marinha de guerra do mundo”.

Abrashoff, refletindo sobre essas palavras, decidiu que o barco que comandava o USS Benfold, se tornaria o melhor da frota. Passou a orientar aos seus comandados, que dali em diante recebessem os visitantes à bordo sorrindo e lhes dissessem:

- Bem vindo ao melhor navio de guerra da Marinha!

Quando ficavam ao lado de outro navio, ligavam o sistema de alto-falantes e transmitiam uma saudação do melhor navio de guerra da Marinha. Ele via esta saudação como algo sentimental, mesmo que não fosse naquele momento o melhor, certamente estava caminhando nessa direção. Tinham também um ditado no navio:
“O sol sempre brilha no Benfold”. As pessoas começaram a acreditar nisso.

Ao receber o comando do navio, o USS Benfold era considerado o pior navio da frota em prontidão para combate. A rotatividade era alta, o ambiente ruim e o ciclo de preparo para guerra, era demorado.

Em 18 meses de comando, o USS, Benfold saiu da condição de patinho feio, para ser reconhecido como o melhor navio da frota, sendo agraciado com o Troféu Spokane.

A liderança exige uma comunicação sem ruídos. Devemos comunicar com clareza nossa intenção e nossos objetivos, de forma que qualquer um em nossa equipe possa ser interpelado, e esteja pronto para responder com prontidão e clareza para onde estamos indo, o que é esperado dele e quais são as metas e objetivos da organização. O processo de comunicação é uma habilidade, podemos desenvolve-la com a prática.  O escritor e amigo, Reinaldo Passadori em seu livro: Comunicação Essencial, sugere algumas premissas fundamentais relacionadas `a comunicação verbal, são elas:

  • Não somos valorizados pelo que sabemos, mas pelo que fazemos com o que sabemos.
  • Ninguém nasceu sabendo falar, muito menos fazendo discursos maravilhosos ou palestras e aulas extraordinárias. Isso se aprende.
  • Destaca-se em um grupo não necessariamente quem sabe mais, mas aquele que se comunica melhor.
  • Nosso sistema educacional não previlegia o desenvolvimento da habilidade da comunicação verbal nem simples leituras teatralizadas, muito menos técnicas mais sofisticadas, tais como exercícios de empatia, retórica ou eloquencia.
  • Todas as pessoas podem aprender técnicas e desenvolver habilidades de comunicação verbal sem, necessariamente, ter um dom especial para isso.
  • A efetiva comunicação pressupõe um ato de consideração para com o outro.
  • Do mesmo modo que filtramos e interpretamos tudo o que nos chega por meio dos sentidos, também as outras pessoas fazem isso.  A consciência desse mechanism aumenta a responsabilidade de quem deseja, de fato, comunicar-se.
  • No mundo dos negócios e das organizações, procuram-se profissionais cada vez mais completos e capazes.  Uma das principais competências exigidas é a de se comunicar bem com outras pessoas.
  • Dois apectos são fundamentais no processo de comunicação: o primeito é o que falar e o segundo  é como falar. De nada adianta possuir um rico conteúdo, mas expressá-lo de forma inadequada. O contrário também é verdadeiro.


Na última decada tenho discutido com alunos, participantes de cursos e amigos os desafios da comunicação.  Não é dada a devida importância a essa habilidade, mas ao mesmo tempo as interações exigem cada vez maior expertise neste processo. 

As escolas nos ensinam a ler e a escrever, no entanto, deveriam  nos ensinar a falar e a escutar com o mesmo empenho.

A comunicação no seu ambiente de trabalho tem sido clara e assertiva? Você se certifica de que as pessoas entenderam, quando você procura transmitir uma mensagem? De que maneira você acredita que é visto por seus liderados? Você é um líder, ou está sendo apenas um outro chefe?  Você acredita no que diz? Você vive o que prega?



Boa reflexão!

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Os benefícios da Paixão na vida e nos negócios


                                    Os benefícios da Paixão na vida e nos negócios

“Só as grandes paixões, podem elevar a alma a grandiosidade” – Denis Diderot

Estar apaixonado por algo ou alguém muda nossa visão de curto, médio e longo prazo, tudo parece diferente e melhor.  Desafios tornam-se menores do que realmente são, soluções são buscadas com maior afinco e a dedicação `a execução de qualquer tarefa, torna-se menos desgastante e enfadonha.

No estudo “The nature and experience of entrepreneurial passion”, Melissa Cardon e seus colegas pesquisadores, identificaram a importância da paixão no cumprimento de um objetivo.  De acordo com esse estudo, “A paixão empresarial catalisa experiências emocionais completas, incluindo o engajamento do cérebro e as reações do corpo”.  A paixão pode ser identificada em diferentes áreas: no desejo físico, no interesse emocional entre outras áreas. Mas Cardon conduziu seu estudo tendo em mente uma definição aceita no meio acadêmico: “Um intenso sentimento positivo por algo de extrema importância para você, como individuo”.

A paixão cria conexão entre o individuo e o que ele faz e como consequência pode influenciar grandemente o meio. Torna o líder mais dedicado, criativo, persuasivo, influenciando sua organização de forma a executar atividades com altos níveis de desempenho.

Em um experimento conduzido e publicado no Journal of Business Venturing em setembro de 2012, por Cheryl Mitteness e Richard  Sudek, das universidades Northeastern e Chapman, constatou o papel da paixão no processo decisório. Identificaram que a maioria dos empreendimentos jamais teriam saído do papel se não fosse por lideres carismáticos e totalmente apaixonados, o que ajudou grandemente na apresentação de um bom plano de negócios. A discussão demonstrou que a paixão não é o único fator critico para que investidores se comprometessem com novas ideias, mas com certeza afetou a decisão final. Utilizaram como exemplos Steve Wozniak, Sergey Brin, Larry Page entre outros.

Entre 2006 e 2010, 64 investidores-anjo analisaram 241 empresas, entre elas foram financiadas 41 empresas em 16 categorias.  Foi solicitado aos investidores que  usando uma escala de 5 pontos pudessem avaliar sob a ótica de 13 critérios, o potencial dos empreendedores e o peso de sua decisão final.  Os três critérios mais importantes foram: 1. Oportunidade, 2. O individuo (conduta, conhecimento, comportamento, etc...), 3. A paixão ( entusiasmo, empolgação).  A constatação foi a possibilidade de influenciar fortemente o meio, por intermédio da paixão por uma ideia.

Como lideres a paixão pode nos transformar e ajudar na transformação uma equipe, um departamento, toda uma organização em prol de um ideal. E na vida pessoal? Bem na vida pessoal... Na vida pessoal, sabemos como acontece.  A paixão dá um colorido todo especial ao entorno, nos faz ver características invisíveis a outros olhos. Minha trisavó utilizava um adagio popular: “Quem ama o feio, bonito lhe parece”. Pode parecer engraçado, mas é real.

O bom da paixão é que em qualquer caso, ela pode se transformar em amor. Amor pelo que se faz, amor por quem se conhece, nestes casos, o que poderia ter tempo determinado passa ao não ter fim.  Camões estava corretíssimo ao escrever:

Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói, e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.

É um não querer mais que bem querer;
É um andar solitário entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É um cuidar que se ganha em se perder.

É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata, lealdade.

Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?”

Quando esta transformação ocorre, o tempo para, os segundos podem se tornar uma eternidade. E nesse caso desejamos que esses momentos não tenham fim.  Provavelmente você já experimentou este sentimento ao menos uma vez na vida. 

Alguém apaixonado por algo, já o influenciou? O que realmente faz  de você uma pessoa apaixonada? Que paixões você gostaria de viver? Como a paixão já influenciou sua maneira de perceber o que lhe acontece? Você atualmente está apaixonado?


Boa reflexão!

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Uma das sete fontes de energia: Meditação

A pratica da meditação procura manter um estado de atenção plena sem se perder em pensamentos. Estimula a atenção e a consciência no momento presente, trazendo como consequência ao praticante uma mente mais tranquila.  Pode se meditar de uma infinidade de maneiras: ao se escrever uma poesia, ao contemplar uma paisagem, ao participar da cerimonia ( japonesa) do chá, ao comer, ouvir um som ou uma musica, entre outras possibilidades.

Ao meditar nosso organismo responde imediatamente, com benefícios já amplamente comprovados.  O fluxo sanguíneo diminui, o metabolismo se torna mais lento, o batimento cardíaco diminui, ao liberar endorfinas a meditação nos traz um sentimento de felicidade e alegria, reduz a adrenalina, o cortisol e os radicais livres.  A mente se torna mais sagaz, dores podem ser diminuídas, beneficia no processo de tratamento da depressão, aumenta a velocidade do raciocínio, melhora a capacidade de concentração, traz coerência ao cérebro. A atividade cerebral muda, o que proporciona uma maior harmonia e paz.

No inicio do processo meditativo, talvez o iniciante sinta-se desconfortável porque a profusão de pensamentos interferem, fazendo com que a pessoa acredite ser muito difícil executa-la.  O segredo, está em buscar inicialmente investir alguns minutos diariamente e ir aumentando gradualmente até que se consiga atingir 20 minutos em média em cada uma das duas sessões diárias.  Quando não puder controlar seus pensamentos, relaxe e procure voltar ao seu proposito (foco) inicial, examine como um observador externo.  Procure um local e posição confortável, cuide apenas para que sua postura seja ereta, afim de não adormecer.

É possível meditar de olhos abertos, andando ou até tomando banho.  Talvez um dos segredos seja a qualidade da atenção que você traz para a ação que desempenha.
O estado meditativo, nos ajuda a diminuir a ansiedade causada pela preocupação em achar uma solução imediata para os nossos problemas.  Meditar é atentar ao presente.

Existem varias linhas de meditação: a Self, a Dinâmica, a Cristã, a Raja Yoga, a Zen-Budista, a Transcendental entre outras.  Eu passei a praticar a Transcendental nos últimos 14 meses.  No inicio, ao entrar em contato com a pratica e os benefícios fiquei um pouco descrente.  Com o passar do tempo, e com a prática, pude comprovar alguns ganhos importantes.  Meu ritmo de trabalho é acelerado, e portanto, muito desgastante.  Algumas vezes em que cheguei de viagem e sem ter tempo para descansar, entrei em uma reunião após outra, tendo logo após o compromisso de passar as ultimas 4 horas do dia dando aulas em uma classe de MBA, a meditação foi de grande valia.  Consegui em 20 minutos refazer minhas energias e chegar perto das 23:00 horas, depois de mais de 18 horas de atividade, ainda inteiro.  A meditação é para a ação, no entanto, em noites em que acordei e não consegui voltar a dormir imediatamente, usei a meditação para relaxar e como resultado adormeci.
O psicólogo Daniel Goleman, em sua obra A Mente Meditativa, comenta sobre a melhoria no gerenciamento das pressões diárias através da meditação.

Existem pelo menos quatro estados emocionais que podem contribuir para o aparecimento de doenças: depressão, desesperança, ansiedade e a raiva. Convivemos diariamente com pelo menos um deles, diante dos desafios da vida moderna nos mais diferentes locais, no transito, ao assistir um noticiário, em uma reunião no trabalho, ao ser pressionado pela entrega de resultados imediatos.

O professor de psiquiatria da Georgetown Medial School, Dr. Norman E. Rosenthal, em seu livro Transcendência, descreve inúmeras pesquisas que demonstram os riscos a que somos submetidos em nosso dia a dia e os ganhos oriundos da meditação.

Hans Selye, certa vez escreveu: “ Não é o estresse que nos mata, e sim nossa reação a ele”.  Como você tem lidado com o estresse diário ? O que procura fazer para conseguir se equilibrar emocionalmente? Você tem consciência de suas atitudes diante das pressões a que é exposto? Que cuidados você precisa tomar?

Boa reflexão!



terça-feira, 6 de maio de 2014





Este é o  link de minha entrevista no canal UOL no programa Conexão Comportamento, com minha querida amiga Talia Jaoui, sobre Gestão do Tempo.
http://youtu.be/HNmnZMiCXww

segunda-feira, 28 de abril de 2014

O Cérebro e a Liderança

O Cérebro e a Liderança


Nosso cérebro pesa cerca de 1,5 kg e processa em média 50.000 impulsos simultaneamente. É dividido em hemisfério direito e esquerdo e tem aproximadamente um bilhão de células na forma de um quatrilhão de conexões.
Em 1860 um neurologista francês chamado Paul Broca descobriu que o lado esquerdo do cérebro controlava o desenvolvimento da fala. Dez anos mais tarde, o neurologista alemão Carl Wernicke começou a desvendar o processo da comunicação, concluindo que o lado esquerdo é responsável pelo desenvolvimento da linguagem e que ela nos diferencia dos animais. Nos anos 50 outro neurologista chamado Roger Sperry, ganhador do premio Nobel de medicina, ao estudar pessoas portadoras de epilepsia, removeu o corpo caloso e definiu que o lado direito do cérebro não é inferior ao esquerdo, e sim diferente. Mesmo depois de tantas descobertas a respeito do cérebro, ele ainda é um desafio a ser desvendado.
O que podemos fazer para cuidar do nosso cérebro? Muita coisa!
No campo espiritual podemos ler, meditar e orar. No campo sócio-emocional podemos aprender a dizer não, sorrir com mais frequência e dedicar algum tempo a nós mesmos. No campo mental, podemos fazer palavras cruzadas, aprender a tocar um instrumento e aprender um novo idioma. E, finalmente, no campo físico, podemos parar de fumar, fazer exercícios frequentemente e comer tendo em mente que no prato deve haver as cores do arco-íris. Com relação à cognição, devemos ter duas preocupações básicas: como está nossa capacidade de aprender, reter e ensinar e como está a capacidade dos nossos colaboradores de aprender e colocar em prática o que lhes foi delegado.
Como as pessoas são diferentes e possuem cérebros diferentes podemos concluir que existem alguns estilos de aprendizagem “diferentes”. Os estilos de aprendizagem dos nossos colaboradores não são necessariamente iguais. Os sinestésicos são aqueles que precisam estar em movimento, manuseando e participando ativamente; os auditivos precisam ouvir uma variedade de sons e tons (atividades com música são muito bem-vindas); os didáticos precisam de algum tempo para processar e analisar o conteúdo, e finalmente, os visuais são aqueles que se concentram quando os materiais têm cor, movimento e auxiliam na complementação do que se quer ensinar. Não poderíamos esperar nada diferente, afinal diz um ditado: “Cada cabeça uma sentença”. A verdade nesse ditado é que não somos iguais; portanto, se a liderança não entender que para lidar com pessoas diferentes é necessário usar recursos diferentes, seu legado e resultados correrão riscos.
Segundo pesquisadores há uma grande diferença entre as gerações. Em julho de 2011, a Folha de São Paulo definiu três gerações e suas diferenças. Os baby boomers, nascidos depois do fim da II Segunda Guerra Mundial, com idades hoje, entre 50 e 68 anos têm as seguintes características: criam vínculos com a empresa, trabalham arduamente, valorizam a hierarquia, encaram o chefe com respeito e não são questionadores. Na relação com o trabalho, esforçam-se para ser valorizados, consideram êxito atuar em uma grande empresa e o emprego é visto como um meio de construir a vida. As pessoas da geração X, com idades entre 37 e 49 anos, buscam equilíbrio entre a vida pessoal e o trabalho, questionam a hierarquia, adaptam-se bem e dividem o sucesso com o grupo. Na relação com o trabalho desejam que a empresa valorize suas contribuições individuais, buscam propor modelos que melhorem a qualidade de vida profissional e arriscam-se pouco. As pessoas da geração Y, com idade até 36 anos buscam equilíbrio entre o trabalho e a família, mudam muito de emprego, buscam ascensão rápida, não gostam de hierarquia e arriscam-se mais. Na relação com o trabalho são informais com os chefes e muito criativos. Querem ser reconhecidos pela sua contribuição individual e seu objetivo é ter liberdade no processo de produção.
Usando como exemplo somente essas gerações (existem outras definições), podemos identificar uma série de cuidados que um líder deve ter para conseguir o melhor de cada uma delas. Mesmo dentro delas há outra gama de diferenças no processamento de informação. Anthony Gregorc descreve quatro tipos de funcionamento da mente relacionados à percepção da informação, que pode ser concreta ou abstrata e o processamento pode ter o formato sequencial ou aleatório. Portanto, para lidar com toda essa diversidade, nosso trabalho como líderes é árduo e nossa preparação precisa ser profunda.
Pensando na necessidade da nossa preparação como líderes, inicio com este texto, uma série de oito artigos que irão nos ajudar a cuidar do nosso cérebro e nos preparar para auxiliar nossos colaboradores a cuidar dos seus. Segue abaixo duas dicas para iniciar o processo:
Primeira: analise seus resultados. Verifique o que tem feito de bom e em quê poderia melhorar, provavelmente você está colhendo o que plantou em algum momento do passado.
Segunda: comunique-se. Tenha uma conversa sincera e objetiva. Eis alguns passos para melhorar sua comunicação:
·       Estabeleça um Foco
·       Verifique o momento atual
·       Descubra possibilidades
·       Crie um plano de ação
·       Avalie e remova eventuais barreiras
·       Defina uma meta ou um objetivo a ser conquistado
·       Recapitule o que foi conversado e crie comprometimento por parte dos envolvidos.
Se isso tudo lhe parece muito complicado, observe o que está em jogo.
Desenvolver habilidades e aumentar nosso nível de conhecimento pode ser trabalhoso e custar caro, no entanto, tenha a certeza de que a falta de habilidades e a ignorância podem custar muito mais.
Qual é seu processo de aprendizado? Como você lida com a informação? E seus liderados? Qual foi a ultima vez que você teve uma conversa sincera com seus colaboradores? Qual foi a última vez que procurou ouvir atentamente? Quais os benefícios que uma conversa sincera e com foco podem trazer?
Boa reflexão!